quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
AMORAS, CEREJAS, MORANGOS E... SAPATOS VERMELHOS
Quero partilhar com o meu leitor uma grande alegria:
a REDE SICILIANO, tal como eu, também acreditou em meu
livro, apaixonando-se por ele. E como todo ser apaixonado,
cuidou da minha obra com o maior carinho, dispensando-lhe
um design moderno e arrojado da capa à diagramação, e
emprestando-lhe um nome que já é tradição no mercado editorial.
Em outras palavras, para alegria de uns e para surpresa de outros,
a partir do dia 7 de março de 2008, o livro AMORAS, CEREJAS, MORANGOS
E... SAPATOS VERMELHOS além de estar em todas as lojas da REDE SICILIANO,
estará também presente nas melhores livrarias do Brasil, tais como:
SARAIVA, FENAC, CULTURA, LEITURA, LIVRARIAS CURITIBA, LASELVA, TRAVESSA,
ARGUMENTO, PARALER, entre outras.
Ai, estou tão feliz!
Muito em breve postarei aqui o convite para a noite do lançamento que
acontecerá no dia 07 de março de 2008 (sexta-feira), das sete às dez
da noite na livraria siciliano do Center Shopping de Uberlândia.
Um novo tempo está começando. Que a leitura que os meus olhos fazem
do mundo consiga agregar valores. Assim como possíveis críticas!
Agora, com o meu coração muito, muito, feliz deixo para você a capa
do meu livro. Ela transmite bem o meu espírito sereno e sonhador.
Mas não se engane: atrás da leveza deste vestido vermelho se escondem
páginas muito profundas sobre a feminilidade e sobre a mineiridade.
VERA FORNACIARI
a REDE SICILIANO, tal como eu, também acreditou em meu
livro, apaixonando-se por ele. E como todo ser apaixonado,
cuidou da minha obra com o maior carinho, dispensando-lhe
um design moderno e arrojado da capa à diagramação, e
emprestando-lhe um nome que já é tradição no mercado editorial.
Em outras palavras, para alegria de uns e para surpresa de outros,
a partir do dia 7 de março de 2008, o livro AMORAS, CEREJAS, MORANGOS
E... SAPATOS VERMELHOS além de estar em todas as lojas da REDE SICILIANO,
estará também presente nas melhores livrarias do Brasil, tais como:
SARAIVA, FENAC, CULTURA, LEITURA, LIVRARIAS CURITIBA, LASELVA, TRAVESSA,
ARGUMENTO, PARALER, entre outras.
Ai, estou tão feliz!
Muito em breve postarei aqui o convite para a noite do lançamento que
acontecerá no dia 07 de março de 2008 (sexta-feira), das sete às dez
da noite na livraria siciliano do Center Shopping de Uberlândia.
Um novo tempo está começando. Que a leitura que os meus olhos fazem
do mundo consiga agregar valores. Assim como possíveis críticas!
Agora, com o meu coração muito, muito, feliz deixo para você a capa
do meu livro. Ela transmite bem o meu espírito sereno e sonhador.
Mas não se engane: atrás da leveza deste vestido vermelho se escondem
páginas muito profundas sobre a feminilidade e sobre a mineiridade.
VERA FORNACIARI
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
O Jogador
O JOGADOR
Um jogador nunca saberá ao certo o gosto que tem um diálogo desinteressado entre um homem e uma mulher, o fruir de uma amizade, um flerte, e, muito menos, a força e o encanto de um amor verdadeiro: como acomodou-se com a mediocridade do seu quinhão, agora, à espreita, silencioso confabula, espia, arma o bote contra a sua presa: atrevido deduz que com certeza ele a pegará na curva; tudo será apenas uma questão de tempo. Sem discernimento sobre as coisas da dor, o jogador subjuga, iguala, descompromete-se, nivela por baixo, atreve-se.
Ah, com certeza você se sentiria um idiota nas mãos de um jogador!
Um jogador manipula, apropria-se do pensar e do agir do outro com uma certa empatia, da forma que mais lhe convém. E, se possível, sofre por antecipação, porque, por antecipação, ele também tudo espera a seu favor..., julgando o caráter do outro sem nenhum critério ou esforço que requeira qualquer envolvimento emocional da sua parte, só a sua conveniência lógica: o jogador intui-se inteligente demais para manter um certo “intercâmbio” desinteressado com os outros pobres mortais. E é por isso que ele não faz confidências, não partilha, não comunga, a não ser com pessoas que vão de encontro aos seus interesses. Um jogador reluta sempre em revelar-se nas palavras, em “mostrar-se...” em seus sentimentos..., em confessar-se nos gestos, porque usa máscaras o tempo todo. Mas, em contrapartida, ele nunca conhecerá a chama da cumplicidade que brota de uma confidência espontânea.
O jogador é um ser extremamente solitário. Embora viva sempre rodeado de gente. E fale para muitas gentes...
Um jogador não tem alma. Logo, ele não possui um coração “de verdade...” para confessar-se... em seu amor..., em sua dor..., porque ele é impassível. Por isso, os jogadores jamais suspirarão ansiosos, jamais serão arrebatados pela adrenalina da paixão que nos faz perder o sono, andar perfumados e sorridentes na rua, e nascer de novo; eles jamais entenderão a questão do “corar-se,” jamais esperarão cartas sinceras...; os jogadores definitivamente não se entregarão, não sofrerão por amor..., porque, incrédulos, são vazios de corpo e alma, já que são pessoas “afetadas...”
Aos exímios jogadores, os meus pêsames!
VERA FORNACIARI
Um jogador nunca saberá ao certo o gosto que tem um diálogo desinteressado entre um homem e uma mulher, o fruir de uma amizade, um flerte, e, muito menos, a força e o encanto de um amor verdadeiro: como acomodou-se com a mediocridade do seu quinhão, agora, à espreita, silencioso confabula, espia, arma o bote contra a sua presa: atrevido deduz que com certeza ele a pegará na curva; tudo será apenas uma questão de tempo. Sem discernimento sobre as coisas da dor, o jogador subjuga, iguala, descompromete-se, nivela por baixo, atreve-se.
Ah, com certeza você se sentiria um idiota nas mãos de um jogador!
Um jogador manipula, apropria-se do pensar e do agir do outro com uma certa empatia, da forma que mais lhe convém. E, se possível, sofre por antecipação, porque, por antecipação, ele também tudo espera a seu favor..., julgando o caráter do outro sem nenhum critério ou esforço que requeira qualquer envolvimento emocional da sua parte, só a sua conveniência lógica: o jogador intui-se inteligente demais para manter um certo “intercâmbio” desinteressado com os outros pobres mortais. E é por isso que ele não faz confidências, não partilha, não comunga, a não ser com pessoas que vão de encontro aos seus interesses. Um jogador reluta sempre em revelar-se nas palavras, em “mostrar-se...” em seus sentimentos..., em confessar-se nos gestos, porque usa máscaras o tempo todo. Mas, em contrapartida, ele nunca conhecerá a chama da cumplicidade que brota de uma confidência espontânea.
O jogador é um ser extremamente solitário. Embora viva sempre rodeado de gente. E fale para muitas gentes...
Um jogador não tem alma. Logo, ele não possui um coração “de verdade...” para confessar-se... em seu amor..., em sua dor..., porque ele é impassível. Por isso, os jogadores jamais suspirarão ansiosos, jamais serão arrebatados pela adrenalina da paixão que nos faz perder o sono, andar perfumados e sorridentes na rua, e nascer de novo; eles jamais entenderão a questão do “corar-se,” jamais esperarão cartas sinceras...; os jogadores definitivamente não se entregarão, não sofrerão por amor..., porque, incrédulos, são vazios de corpo e alma, já que são pessoas “afetadas...”
Aos exímios jogadores, os meus pêsames!
VERA FORNACIARI
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
ANTÔNIO MARIA...,RUBEM BRAGA..., CHICO SÁ!
ANTÔNIO MARIA..., RUBEM BRAGA..., CHICO SÁ!
Não é feio dizer que não faz muito tempo que conheci a força do romantismo de Antônio Maria. Apaixonei-me. Perdidamente (também pudera: apaixonei-me até por “Bambi...”). Mas que mulher “normal” não ficaria lisonjeada com o seu “Café Com Leite?” Que mãe normal não se convalesceria diante da sua sofrida “Conversa de Pai e Filha? Não é nenhum mérito particular apaixonar-me por algo grandioso assim. Com certeza, todas as românticas do mundo, adeptas ao água-com-açúcar, como eu, o fizeram.
Mas só quem encontrou Rubem Braga distraída como eu em “Os Amantes,” para ser pega de surpresa com toda a intensidade de um texto sedutor. Profundo, Rubem gela até a alma. Cheguei a sentir a sua respiração ofegante naquele apartamento abafado, cuidando, amando, sofrendo, com toda a força do seu amor.
...Nos últimos dias, andei muito bem acompanhada lendo verdadeiras lições de sensibilidade e delicadeza, que, aliás, todos os homens deveriam ler. Principalmente se o Mestre for Chico Sá, dando uma aula magna sobre as peculiaridades da alma feminina em “Quando As Mulheres Acordam.”
Crônicas: subjetividades do cotidiano que transcendem e eternizam-se, quando de exímia excelência!
VERA FORNACIARI
Não é feio dizer que não faz muito tempo que conheci a força do romantismo de Antônio Maria. Apaixonei-me. Perdidamente (também pudera: apaixonei-me até por “Bambi...”). Mas que mulher “normal” não ficaria lisonjeada com o seu “Café Com Leite?” Que mãe normal não se convalesceria diante da sua sofrida “Conversa de Pai e Filha? Não é nenhum mérito particular apaixonar-me por algo grandioso assim. Com certeza, todas as românticas do mundo, adeptas ao água-com-açúcar, como eu, o fizeram.
Mas só quem encontrou Rubem Braga distraída como eu em “Os Amantes,” para ser pega de surpresa com toda a intensidade de um texto sedutor. Profundo, Rubem gela até a alma. Cheguei a sentir a sua respiração ofegante naquele apartamento abafado, cuidando, amando, sofrendo, com toda a força do seu amor.
...Nos últimos dias, andei muito bem acompanhada lendo verdadeiras lições de sensibilidade e delicadeza, que, aliás, todos os homens deveriam ler. Principalmente se o Mestre for Chico Sá, dando uma aula magna sobre as peculiaridades da alma feminina em “Quando As Mulheres Acordam.”
Crônicas: subjetividades do cotidiano que transcendem e eternizam-se, quando de exímia excelência!
VERA FORNACIARI
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Capim Branco
Meus queridos:
Primeiramente quero desculpar-me pela ausência: estou na reta final do meu livro e do meu curso, imaginem a confusão.Bem, hoje vou deixar aqui um roteiro que fiz para o meu curso de publicidade, no qual o desafio era usar um anacoluto. Espero que gostem. Beijos. Não me abandonem... Vera Fornaciari.
PEÇA: VT Institucional 30”
CLIENTE: Consórcio Capim Branco
TÍTULO: Consórcio Capim Branco, preocupado com o meio ambiente.
Aluna: Vera Aparecida Fornaciari Bernardes
Comunicação Social- Propaganda e Publicidade
Obs- o desafio deste texto era usar um anacoluto
ÁUDIO VÍDEO
Narração masculina.
Trilha.
LOC:
Tão primordial quanto trazer aos olhos a benevolente luz; condições sendo criadas para que a vida continue a existir na terra.
LOC:
100 milhões de metros quadrados reflorestados com mata nativa.
50 espécies da fauna, devolvidas ao seu habitat natural.
LOC:
Consórcio Capim Branco : garantindo a perpetuação da espécie.
Em plano aberto, ao longe, em noite escura, mostra cena de mansão rural construída no meio da mata com apenas um claro de vela acesa dentro da casa. De repente, todas as luzes se acendem de uma vez só., mostrando os benefícios da luz.
Em plano médio mostra trabalhador plantando uma árvore. Take nas mãos do trabalhador colando a muda na cova. Ao fundo aparecem várias árvores plantadas, vários trabalhadores.
Mostra macaquinho fazendo gracinha na árvore. Take numa bela orquídea selvagem florida. Corta para cena aérea da área totalmente reflorestada.( Fazer a tomada com uma lente grande angular). Mostra as plantas típicas do cerrado com placas de identificação com seus respectivos nomes.
Mostra a diversa fauna existente, preservada na região. Mostrar takes de maior quantidade possível de animais.
Mostra uma família bonita com pai, mãe, e duas crianças debaixo de uma linda sombra fazendo pic-nic. Sobre a grama: uma toalha xadrez, vasilha de palha, sonhos, frutas, flores, suco de laranja.
Primeiramente quero desculpar-me pela ausência: estou na reta final do meu livro e do meu curso, imaginem a confusão.Bem, hoje vou deixar aqui um roteiro que fiz para o meu curso de publicidade, no qual o desafio era usar um anacoluto. Espero que gostem. Beijos. Não me abandonem... Vera Fornaciari.
PEÇA: VT Institucional 30”
CLIENTE: Consórcio Capim Branco
TÍTULO: Consórcio Capim Branco, preocupado com o meio ambiente.
Aluna: Vera Aparecida Fornaciari Bernardes
Comunicação Social- Propaganda e Publicidade
Obs- o desafio deste texto era usar um anacoluto
ÁUDIO VÍDEO
Narração masculina.
Trilha.
LOC:
Tão primordial quanto trazer aos olhos a benevolente luz; condições sendo criadas para que a vida continue a existir na terra.
LOC:
100 milhões de metros quadrados reflorestados com mata nativa.
50 espécies da fauna, devolvidas ao seu habitat natural.
LOC:
Consórcio Capim Branco : garantindo a perpetuação da espécie.
Em plano aberto, ao longe, em noite escura, mostra cena de mansão rural construída no meio da mata com apenas um claro de vela acesa dentro da casa. De repente, todas as luzes se acendem de uma vez só., mostrando os benefícios da luz.
Em plano médio mostra trabalhador plantando uma árvore. Take nas mãos do trabalhador colando a muda na cova. Ao fundo aparecem várias árvores plantadas, vários trabalhadores.
Mostra macaquinho fazendo gracinha na árvore. Take numa bela orquídea selvagem florida. Corta para cena aérea da área totalmente reflorestada.( Fazer a tomada com uma lente grande angular). Mostra as plantas típicas do cerrado com placas de identificação com seus respectivos nomes.
Mostra a diversa fauna existente, preservada na região. Mostrar takes de maior quantidade possível de animais.
Mostra uma família bonita com pai, mãe, e duas crianças debaixo de uma linda sombra fazendo pic-nic. Sobre a grama: uma toalha xadrez, vasilha de palha, sonhos, frutas, flores, suco de laranja.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
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